Detecção de micrometástases na medula óssea de pacientes com câncer inicial: correlação com o estadiamento póscirúrgico (pTMlVl), idade e grau histológico

Autores

  • Tereza sollero claudio da-Silva Hospitais Universitários Moncorvo Filho e clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de laneiro (UFR|), e Banco de Células do Programa Avançado de Biologia Celular Aplicado à Medicina do HUCFF/UFR|.
  • Rosane Bizon Hospitais Universitários Moncorvo Filho e clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de laneiro (UFR|), e Banco de Células do Programa Avançado de Biologia Celular Aplicado à Medicina do HUCFF/UFR|.
  • Maria Helena Nicola Hospitais Universitários Moncorvo Filho e clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de laneiro (UFR|), e Banco de Células do Programa Avançado de Biologia Celular Aplicado à Medicina do HUCFF/UFR|.
  • Radovan Borojevic Hospitais Universitários Moncorvo Filho e clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de laneiro (UFR|), e Banco de Células do Programa Avançado de Biologia Celular Aplicado à Medicina do HUCFF/UFR|.
  • Maurício Magalhães Costa Hospitais Universitários Moncorvo Filho e clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de laneiro (UFR|), e Banco de Células do Programa Avançado de Biologia Celular Aplicado à Medicina do HUCFF/UFR|.

Palavras-chave:

Câncer de mama, Estágio pós-cirúígico, Medula óssea, Micromestáteses

Resumo

A disseminação oculta de células tumorais é uma das maiores causas de recaída após o
tratamento local, e a detecção de células epiteliais (micrometástases) na medula óssea de
pacientes com câncer de mama pode ter implicações no prognóstico. 0 objetivo deste trabalho
foi detectar micrometástases na medula óssea utilizando técnica de biologia molecular, a
imunocitoquímica (ICC), e correlacioná-la com as características clínicas e patológicas apresentadas pelas pacientes selecionadas. O aspirado de medula óssea foi obtido de 37 pacientes
portadoras de câncer de mama nos estádios clínicos I, II e IIIA, com indicação de tratamento
cirúrgico. A punção da medula óssea foi realizada na crista ilíaca ântero-superior, imediatamente antes do procedimento cirúrgico, e estocada em tubos tratados com heparina. Para
análise da imunocitoquímica, utilizamos anticorpo monoclonal pancitoqueratina. Nossos resultados mostraram especificidade e sensibilidade para a técnica de ICC. Os casos positivos para
micrometástases incluem 26,3% dos pacientes sem e 72,2% dos pacientes com linfonodos
positivos. Concluímos que a presença de micrometástases na medula óssea foi estatisticamente significativa quanto ao grau histológico do tumor e quanto ao número de linfonodos axilares
comprometidos. Nas pacientes com axilas livres, consideradas de baixo risco, a presença de
micrometástases na medula óssea permite identificar um subgrupo de pacientes de risco.

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Publicado

2026-07-29

Como Citar

da-Silva, T. sollero claudio, Bizon, R., Nicola, M. H., Borojevic, R., & Costa, M. M. (2026). Detecção de micrometástases na medula óssea de pacientes com câncer inicial: correlação com o estadiamento póscirúrgico (pTMlVl), idade e grau histológico. Mastology, 13(3). Recuperado de https://mastology.org/journal/article/view/2101

Edição

Seção

Original Articles