Avaliação da eficácia das medidas preventivas do linfedema secundário ao tratamento cirúrgico do câncer de mama

Autores

  • Laura Ferreira de Rezende Docente e coordenadora do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino (Unifae). Graduada em Fisioterapia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Especialista em Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher pelo Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da Unicamp. Mestre e doutora pelo Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.
  • Hugo Evangelista Brandino Aluno do 4º ano de Fisioterapia do Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino (Unifae).
  • Eduardo Francisco Simon Ciacо Professor do Curso de Ciências Econômicas do Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino (Unifae). Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Informática: Sistemas de Informação pelo Unifae. Especialista em Controladoria em Administração e Finanças pelo Unifae e mestre em Administração e Desenvolvimento Organizacional pela Faculdade Cenecista de Varginha (Faceca). Projeto financiado pelo Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC) do Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino (Unifae).

Palavras-chave:

Câncer de mama, Linfedema, Medidas preventivas

Resumo

O linfedema é um problema quantitativo entre o fluxo linfático produzido e a capacidade de transporte. O risco está associado a esvaziamento e radioterapia axilar; idade; número de linfonodos
dissecados e positivos; nível de retirada dos linfonodos; obesidade; extensão da técnica cirúrgica e
infecção. Medidas preventivas são adotadas rotineiramente no pós-operatório, na orientação dessas
pacientes. Entretanto, não há comprovação científica, questionando-se, então, a eficácia dessas medidas na sua prevenção. Objetivo: Objetivou-se neste estudo analisar a associação do aparecimento
do linfedema com o cumprimento das medidas preventivas. Método: Foram utilizadas 50 mulheres, tendo realizado cirurgia por câncer de mama há pelo menos 1 ano. As pacientes responderam
a um questionário a fim de conhecer se as medidas preventivas geralmente orientadas no pós-operatório, como não tirar a cutícula, raspar ou depilar a axila, expor braço ao sol; tirar sangue; tomar
injeção vacina ou medir a pressão; carregar peso; usar luvas para lavar louças, roupas ou mexer no
jardim; não se ferir, queimar; não fazer atividades com peso e não ser picada por insetos, eram
seguidas. Resultados/Conclusão: Os resultados demonstraram estatisticamente que as variáveis
analisadas não se relacionam com o aparecimento do linfedema.

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Publicado

2026-07-26

Como Citar

de Rezende, L. F., Brandino, H. E., & Ciacо E. F. S. (2026). Avaliação da eficácia das medidas preventivas do linfedema secundário ao tratamento cirúrgico do câncer de mama. Revista Brasileira De Mastologia, 18(4). Recuperado de https://mastology.org/rbm/article/view/2029

Edição

Seção

Artigo Original