PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA MASTALGIA EM UMA POPULAÇÃO UNIVERSITÁRIA BRASILEIRA

Autores

  • Alfredo Carlos S. D. Barros Trabalho realizado na Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro em São Paulo.
  • Eduardo Von Adamek Trabalho realizado na Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro em São Paulo.
  • Ana Paula Muller Trabalho realizado na Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro em São Paulo
  • Cláudia Veynoglou Trabalho realizado na Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro em São Paulo
  • Rita de Cássia Marcelino Trabalho realizado na Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro em São Paulo
  • Cibele Calsavara Trabalho realizado na Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro em São Paulo
  • José Aristodemo Pinotti Trabalho realizado na Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro em São Paulo

Palavras-chave:

Mastalgia, População feminina

Resumo

Realizou-se investigação epidemiológica sobre a ocorrência de mastalgia em uma população de 1.079 mulheres, com idade entre 17 e 45 anos, alunas de diversos cursos da
Universidade de Santo Amaro, em São Paulo. A pesquisa foi realizada com base no
preenchimento de questionários de forma anônima e voluntária. O questionário foi dirigido para a obtenção de dados relativos a fatores epidemiológicos e clínicos. A prevalência
de mastalgia na população estudada foi de 66,26%, sendo 60,88% na forma leve, 4,55%
na forma moderada e 0,84% na forma intensa. Observou-se maior freqüência de mastalgia
em nulíparas, sugerindo que gestações sucessivas tendem a proteger do sintoma. Das
entrevistadas que referiram o uso de anticoncepcional oral, apenas em 27,95% o sintoma
se agravou. Conclui-se que a mastalgia tem elevada prevalência na população estudada,
sendo a forma leve predominante, que o número de filhos parece interferir no aparecimento do sintoma e que o uso de anticoncepcionais orais não implica, na maioria das
vezes, piora do quadro.

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Publicado

2026-07-22

Como Citar

Barros, A. C. S. D., Adamek, E. V., Muller, A. P., Veynoglou, C., Marcelino, R. de C., Calsavara, C., & Pinotti, J. A. (2026). PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA MASTALGIA EM UMA POPULAÇÃO UNIVERSITÁRIA BRASILEIRA. Revista Brasileira De Mastologia, 5(3). Recuperado de https://mastology.org/rbm/article/view/1955

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Artigo Original