CATETER VENOSO TOTALMENTE IMPLANTÁVEL PARA QUIMIOTERAPIA EM CÂNCER DA MAMА

Autores

  • Racso Yule Queiroz Trabalho realizado no Setor de Mastologia do Hospital Santa Lúcia e Unidade de Mastologia do Hospital de Base do Distrito Federal.
  • Antônio César Hummel Trabalho realizado no Setor de Mastologia do Hospital Santa Lúcia e Unidade de Mastologia do Hospital de Base do Distrito Federal.
  • Fernanda Miranda Trabalho realizado no Setor de Mastologia do Hospital Santa Lúcia e Unidade de Mastologia do Hospital de Base do Distrito Federal.

Palavras-chave:

Câncer de mama, Cateter venoso, Quimioterapia

Resumo

No período de 1º de novembro de 1990 a 31 de dezembro de 1995, foram colocados 34
cateteres venosos totalmente implantáveis em 32 pacientes com câncer da mama. Havia
dificuldade de venóclise periférica e as pacientes necessitavam quimioterapia por longo
tempo. A técnica de implante consistia na dissecção da veia jugular externa ou veia cefálica, feitura de um túnel subcutâneo, e o receptáculo para a infusão de quimioterápicos
localizava-se em região infraclavicular. Em geral, o procedimento foi realizado com anestesia local e sedação. Todas as pacientes eram do sexo feminino e com idade varian- do de 25 a 68 anos. As indicações foram: câncer da mama disseminado, 22 pacientes; câncer bilateral sincrônico ou metacrônico, 7 pacientes; recidiva loco-regional, 2 pacien- tes; e quimioterapia adjuvante após mastectomia unilateral, 1 paciente. As complicações que exigiram a retirada do cateter foram: abscesso, 2 casos; trombose venosa profunda, 1 caso; e deiscência de sutura com exposição do cateter, 1 caso. Os autores concluem que pacientes com câncer da mama que necessitam quimioterapia antineoplásica por longo tempo e apresentam dificuldade de venóclise periférica se beneficiam com a utilização de cateteres centrais totalmente implantáveis.

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Publicado

2026-07-22

Como Citar

Queiroz, R. Y., Hummel, A. C., & Miranda, F. (2026). CATETER VENOSO TOTALMENTE IMPLANTÁVEL PARA QUIMIOTERAPIA EM CÂNCER DA MAMА. Revista Brasileira De Mastologia, 5(3). Recuperado de https://mastology.org/rbm/article/view/1953

Edição

Seção

Artigo Original